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Integração das mídias online e offline: a nova publicidade

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Atualmente, existe uma certa disputa na publicidade, onde as mídias offline estão correndo atrás para recuperar o amplo avanço das mídias online.

Uma pesquisa divulgada pelo Kantar Ibope Media 2018 mostrou que 93% da população brasileira ainda tem o hábito de assistir à TV. Mesmo que seja um número grande de telespectadores, a popularização das mídias sociais e a enxurrada de conteúdo online, fez com que a televisão se preocupasse com um produção de qualidade e começou a incentivar que os programas e canais disponibilizassem conteúdo adicional em outras plataformas, como site ou aplicativo. Um exemplo disso é a GloboPlay, uma extensão online paga do canal da Globo, onde são disponibilizados capítulos de novela (antes de passar na TV), séries e filmes.

Para entender mais sobre essa integração online e offline, darei uma pequena explicação de como era a venda de um produto, comparando com as ferramentas digitais.

Antes o objetivo era acertar o maior número de pessoas possível, era feito uma divisão de verba entre as emissões a fim de ter o máximo de aproveitamento. Dessa forma muitas pessoas eram atingidas, mas nem todas eram convertidas em vendas.

Atualmente, com as diversas mídias o consumidor deixou o foco que era antes apenas da televisão com entrar em convergência com a internet, dessa forma as possibilidades para atingir o consumidor aumentou. Somos um universo de infinitas conexões entre marcas e pessoas

Como os usuários estão com a televisão nas mãos, as campanhas devem ser multitelas, ou seja, a publicidade deve ter um call to action para que o consumidor veja no celular ou computador o produto ou serviço logo quando ela terminar. Além disso, as empresas devem promover disparos inteligentes de campanhas digitais em tempo real. 

A nova publicidade trabalha com a economia da atenção, dados e persuasão. Hoje, o déficit de atenção está muito presente entre as pessoas, são muitas informações e para ter sucesso é necessário ser bom! Com a evolução do digital, diversas métricas possibilitaram o medir o número de visitas, taxas de conversão e de cliques, tempo gasto no site e taxa de abertura do e-mail. Essa mensuração é mais precisa no meio digital, enquanto no meio offline ainda não é certo.

Sobre o que tenho visto e acredito é que as mídias offline não deixarão de existir mesmo com toda essa avalanche do digital. Na verdade, os meios precisam estar integrados com a publicidade online e offline para que seja fornecida a melhor experiência para o consumidor.

Agora para terminar e fazer você rir um pouco, assiste o vídeo do Porta dos Fundos “Já Postei”, que tem muito haver com sociedade do espetáculo em que vivemos e como fomos influenciados a postar, seja nossa opinião, um problema ou o dia a dia…

Curtiu a matéria? Discorda ou concorda com o assunto? Chega mais para a gente conversar, é só escrever nos comentários que trocamos ideias.


Até a próxima! <3

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Brunella Rizo

Brunella Rizo

Capixaba, publicitária e pós-graduanda em Comunicação e Marketing Digital. Tenho experiência na área de atendimento, planejamento, execução de eventos e gerenciamento de mídias sociais. Atualmente, sou coordenadora da equipe de atendimento publicitário na agência Resultate.

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11 meses atrás

[…] como jornais, revistas, rádio e televisão. Mas agora ele também está se abrangendo para os meios digitais, como as redes sociais, portais de notícias online e sites das […]

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